Gosto das sugestões. Gosto das opiniões diversas e controversas, da oportunidade de escolha e da ideia de liberdade, de falar o que quer e até de ouvir o que não quer!
Não era pra ser, mas acabou sendo. Como já dizia Machado de Assis, uma ideia fixa quando repousa sobre os ombros, nos domina. Não sei por que raios, lembrei-me das aulas de gramatica essas coisas que dão desprazer e rápido como as coisas aparecem quando se diz: Mãe onde tá o...(plin, apareceu), veio à mente a solicitação de uma amiga.
O pedido foi para que escrevesse algo para o blog dela e, a ideia fixa era aquela figura de linguagem, no qual não me lembro de como é chamada, mas é aquela no qual algo fala sobre ele mesmo. Em face a isto se foi o meu escolher e, como um escravo enfiei as mãos no teclado. Não me restara alternativa senão despejar aquela enxurrada de ideias na tela. Nesse momento um texto comum (comum quanto aos escritos anteriormente por minha pessoa) já não teria o mesmo efeito. Era pra ser propositalmente confuso e estranho. Deveria ser no mínimo, fora de meu estilo.Iniciando o texto, propriamente dito, vale lembrar que, apesar de não ser um escritor nato, muitas vezes deparo com a necessidade de escrever. Seja um simples recado, um(a) carta e-mail a um amigo ou uma redação para o “futuro” (vestibulares, concursos). Limitando-nos a falar do editor de textos, nesse momento odeio ele ( frase anterior tá sublinhado). Como é difícil expressar tudo o que vem a mente. Primeiro por a escrita ser uma coisa doida que hora limita (norma culta) e hora expande o pensar e depois por conta de minha falta de habilidade.
Pois então, antes que cheguem a conclusão obvia de que este texto não vai nos levar a lugar algum, pense na ideia fixa. Ela é assim, se você não a colocar pra funcionar, a chance de dar certo é nula, e isso convenhamos que já temos, mas se for pra praticar... Rodrigo de Oliveira
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