Se sua avó, há 60 anos, ouvisse a palavra
celular, certamente a primeira coisa que viria à cabeça dela seria algo relativo à biologia.
De acordo com o pensamento antropológico, os primeiros homens da caverna usavam
computadores desenhos como forma de comunicar-se entre si, uma vez que linguagem e idioma não existiam. Com o passar do tempo, passaram a emitir grunhidos na tentativa de expressar o que queriam dizer.
O mundo começou a entrar num processo em que as pessoas necessitavam expandir a comunicação. Então,
tipo, é, tipo, registros apontam que Johannes Gutenberg, um alemão ousado, criou os conhecidos
Tipos Móveis. Foram esses pequenos instrumentos que possibilitaram a produção (bem como a reprodução) de artigos escritos numa maior quantidade e rapidez. Os primeiros jornais impressos foram feitos com essa
tecnologia técnica.
Daí para frente, comunicar-se virou
várzea algo mais fácil do que nunca. Televisão, rádio, telefone, internet. Tudo parecia cooperar com o avanço da comunicação. Consequentemente, ela expandiu-se.

Não sei para você mas, para mim, é
um pouco? difícil imaginar o que mais falta ser inventado. Os celulares têm se desenvolvido, bem como as televisões, e os computadores. No entanto, o que falta ser novo?
Vivemos no meio de pessoas com gana para criarem, desenvolverem o inimaginável. Você pode ver e ouvir
quase perfeitamente alguém do lado oposto do mundo. O que mais falta surgir? Aonde a evolução da comunicação vai chegar?
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