Oi, tudo bom?
Hoje o post é teoricamente rápido, sobre um trabalhinho que acabei de fazer pra uma matéria da faculdade. A ideia era pegar um texto já existente e, sobre ele, criar um outro, desenvolvendo a intertextualidade. Veja meu desenvolvimento:
*Texto escolhido "Amor é fogo que arde sem se ver", de Luiz Vaz de Camões.
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
(...)
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
*Texto desenvolvido, "A ferida que falta doer sem ser sentida", de Milena Mendes.
A população, de modo geral, vive uma fase fria em seu tempo. Parece que falta aquela queimação causada pelo fogo que arde sem se ver! Há quem tenha as marcas deixadas pela ferida que dói e não se sente. As pessoas sofrem por um contentamento descontente e acabam vivendo, algumas vezes, de mandeira infeliz. O que falta a elas?
Outras, ainda, sentem a dor que desatina sem doer. Sentem o desejo de estar preso por vontade e não se importam com a situação em que se encontram.
O ser humano é um bicho estranho. Às vezes, quer servir a quem vence, o vencedor, mas não sabe como. Outras vezes, quer ter com quem o mata, lealdade, sem cobrar o preço necessário.
Talvez ele esteja precisando de amor mas, nunca sabe-se definir tal sentimento nem, ao menos, sentir sua ausência.
Espero que tenha gostado!
A noite está clamando por minha cama e um bom descanso.
Fique com Deus e, se cuide!
Grande abraço,
Milena Mendes.
Eu acho que você deveria falar sobre a ratoeira aqui de Campinas.
ReplyDeletea república mais famosa do basquete mundial, #FATO!
PKOAEKPAEKO
;*
hauhauahauhaauah pensarei no caso de vocês Deh! ;*
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